sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Inspirou !

Presa nessa redoma de vidro chamada mente,acorrentada ao sistema.O persistente.Nos olhos há muito cansaço,no coração um certo vazio.
Caminhando sem medo de ver o futuro,sem a intenção de encontrar um pote de ouro no fim do arco-íris. 
Palavras são jogadas ao vento.
No som das vozes,perco meus pensamentos,os coloco para fora sem saber se alguém  irá percebe-los,ao expor-los eu os deletarei.
Letras juntas,subterfúgios de mim mesma.Saio da caixa,seguro a respiração.No cálice há sangue,com a exatidão da mentira.
Sem saída,sem medo.No escuro.Na casa de vidro,as estrelas bem à cima.Caminhando até chegar à algum lugar.

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